Serviços Veterinários Algarve Vilamoura
Adopção
 

Controlar a Analgesia e a Dor dos Animais

A Associação Internacional para o Estudo da Dor (I.A.S.P) definiu Dor como:

“ uma experiencia sensorial e emocional desagradável associada a potenciais lesões corporais”.

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Análises Clínicas Laboratoriais

O desenvolvimento das análises clínicas tem facilitado a determinação de  inúmeras patologias, que anteriormente não eram possíveis.

As análises clínicas permitem  para além do diagnóstico, uma monitorização pré-anestésica, uma avaliação da  resposta ao tratamento.

As análises podem ser também utilizadas para monitorizar  animais geriátricos dada a maior predisposição para uma diminuição da  funcionalidade de alguns órgãos.

Hoje em dia, existem múltiplos testes laboratoriais disponíveis em Medicina Veterinária, que podem ser efectuados nas nossas instalações ou em laboratórios nacionais e internacionais como por exemplo:

  • Hemograma
  • Análises Bioquímicas
  • Urianálise
  • Exame fecal
  • Testes Endócrinos/Hormonais
  • Citologia e Histopatologia
  • Despiste de doenças infecciosas
  • Análises Dermatológicas (paineis alérgicos)
  • Microbiologia (Fiv-Felv, Leishmaniose, Dirofilariose, Parvovirose, Giardia, Ehrlichia)
 

Anestesia

Trabalhamos para tornar a anestesia do seu animal de estimação mais segura.

A maioria dor procedimentos médicos invasivos como pequenas cirurgias, destartarizações, ou outros que envolvam dor para o animal devem ser realizados sob analgesia e anestesia geral. Esforçamo-nos em usar o equipamento mais actualizado e os agentes anestésicos mais seguros. Assim temos ao dispor do seu animal:

- Torre de anestesia gasosa usando Isoflorano

- Monitor cardíaco para monitorização cardio-respiratória com pulsioxímetria e capnografia,      medindo a concentração do O2 e CO2.

 

 

Cardiologia

As patologias cardíacas são frequentes e por vezes conduzem a quadros clínicos dramáticos tais como falta de ar e desmaios.
O nosso Serviço de Cardiologia aconselha exames cardiológicos de rotina, principalmente em pacientes geriátricos.
O objectivo é o diagnóstico precoce para que possamos tratar e prevenir a progressão das doenças.
O exame de rotina serve também como uma oportunidade para se aconselhar sobre o que fazer para prevenir problemas cardíacos no seu animal de estimação.
Exames como a radiografia torácica, o electrocardiograma e a ecocardiografia devem ser ponderados em todos os animais com suspeita de doença cardíaca.
 

Cirurgia de Tecidos Moles

Cirurgia

Uma intervenção cirúrgica implica um esforço conjunto de toda a equipa de um centro veterinário.

Desde a entrada do animal na clínical, a sua preparação para a cirurgia e os cuidados pós-operatórios implicam o seguimento de determinados protocolos.

A preparação das instalações, do local cirúrgico, da equipa e material é conseguida através de técnicas assépticas, que se definem como um conjunto de métodos e práticas que previnem a contaminação cruzada na cirurgia.

Antes de uma intervenção cirúrgica, deve ser colhida uma história clínica completa seguida de um exame físico e análises gerais para identificar alterações que podem afectar o desenvolvimento cirúrgico e o prognóstico.

Cirurgia de Tecidos Moles

Efectuamos todo o tipo de cirurgias, desde as comuns castrações a cirurgias que exigem mais meios técnicos e destreza como é o caso das hérnias diafragmáticas, cirurgia do sistema digestivo e urinário, ou cirurgia estética.

A norma é procedermos com o mesmo rigor e cuidado independentemente da complexidade da cirurgia, até porque algum facilitismo pode acarretar danos irreparáveis.

Hoje considera-se imprescindível a capacidade de controlo da dor, anestesia inalatória e esterilização adequada de todo o material cirúrgico.

Temos capacidade para, durante as 24 horas do dia reunir uma equipa completa de cirurgia para corresponder a qualquer eventualidade.

 

Dermatologia

A Pele é o maior órgão do organismo funcionando como barreira entre o animal e o meio ambiente, fornecendo protecção contra agressões externas. Há doenças internas que se podem manifestar através de sinais na Pele. A pele é um espelho do estado geral de saúde do animal

Os animais de companhia, à semelhança das pessoas, podem desenvolver diversas alterações dermatológicas causadas por defeitos congénitos, influências genéticas, agentes infecciosos, desordens nutricionais, traumas, alergias, ectoparasitas ou neoplasias. Em alguns casos, estes processos podem tratar-se de zoonoses, isto é, doenças passíveis de serem transmitidas às pessoas (principalmente crianças, idosos ou pessoas imunodeprimidas). O contrário, a transmissão das pessoas para os animais, também pode acontecer apesar de ser menos frequente.






 

Doenças Infecto-contagiosas

 

Dirofilariose | Verme do Coração

A dirofilariose, causada pelo parasita Dirofilaria immitis, é uma doença grave e potencialmente fatal, que infecta cães, gatos e furões.

Pode também infectar uma série de outros animais selvagens, onde se incluem felídeos selvagens (tigres, leões, pumas, etc.) e ainda leões-marinhos e focas.

Foram documentadas infecções em humanos, mas pensa-se que sejam casos raros, que normalmente não apresentam sintomatologia.

Transmissão

A dirofilariose é transmitida de animal para animal, através de mosquitos.

Quando um mosquito pica um animal infectado, as jovens larvas denominadas microfilarias entram no organismo do mosquito.

Durante um período de duas semanas, as microfilarias desenvolvem-se em larvas infectantes, no interior do mosquito.

Estas larvas infectantes podem ser transmitidas a outro animal, assim que o mosquito se alimentar novamente.

Ao contrário dos cães, os gatos infectados não tem frequentemente microfilarias circulantes no sangue, o que torna pouco provável a transmissão das microfilarias para um outro mosquito.

As larvas infectantes tornam-se vermes adultos em aproximadamente 6 meses.

Durante os primeiros 3 meses, as larvas migram pêlo corpo do animal e eventualmente atingem os vasos sanguíneos dos pulmões.

Durante estes primeiros 3 meses, as larvas imaturas continuam a desenvolver-se em adultos, com as fêmeas a atingirem comprimentos de cerca de 30 centímetros.

Os vermes vão danificar os vasos sanguíneos, e reduzem a capacidade de contracção cardíaca, resultando em doença cardio-pulmonar severa.

Se estiverem presentes vermes adultos (5 a 7 meses pós infecção) de ambos os sexos, estes irão acasalar e produzir microfilarias.

As microfilarias podem provocar uma reacção do sistema imunitário, que poderá causar danos em outros órgãos.

O ciclo de vida continua quando um mosquito pica um animal e fica infectado com as microfilarias.

Após o desenvolvimento das microfilarias em larvas infectantes dentro do mosquito, estas tornam-se capazes de infectar novamente um outro animal.

As larvas adultas podem sobreviver durante 5 a 7 anos em cães e vários meses em gatos.

Sinais clínicos de Dirofilariose

Se um cão foi recentemente infectado, ou se a infecção for ligeira, o animal pode não apresentar sinais de doença até que os vermes adultos se desenvolvam nos pulmões e se observem sinais.

À medida que a doença progride, os cães podem apresentar tosse, letargia, perda de apetite ou desenvolver dificuldades respiratórias.

Os donos podem aperceber-se de que os animais se cansam rapidamente mesmo depois de um exercício ligeiro.

Os sinais de dirofilariose em gatos incluem tosse, stress respiratório e vómito.

Em casos raros, os gatos podem morrer subitamente de dirofilariose.

Diagnóstico

Todos os cães, apesar da idade, sexo, ou do ambiente em que vivem, são susceptíveis de apanharem dirofilariose, assim como os gatos, quer vivam dentro ou fora de casa.

Uma vez que a dirofilariose é transmitida por mosquitos, qualquer animal exposto aos mosquitos deve ser testado, inclusive os que saem apenas ocasionalmente.

Existem vários testes disponíveis para detectar a presença de vermes adultos (> 6 meses pós infecção) no cão.

Teste para antigénios, detectam a presença de vermes adultos fêmeas, e os testes de anticorpos, detectam se o cão foi ou não exposto à dirofilariose.

O teste de antigénios é bastante sensível sendo o que se realiza mais frequentemente.

Outros testes de diagnóstico, tais como radiografias, hemograma e análises bioquímicas, e ecocardiografia, podem ser necessários para confirmar o diagnóstico, avaliar a gravidade da doença e determinar o melhor plano de tratamento para o animal.

O diagnóstico de dirofilariose em gatos é mais difícil do que em cães.

Em geral, tanto o teste de antigénios como de anticorpos é recomendado no caso dos gatos, uma vez que aumenta a probabilidade de detectar a presença de dirofilarias.

Tratamento

Tal como todos os problemas de saúde, é melhor prevenir a dirofilariose do que ter de tratar.

O risco do tratamento da dirofilariose é substancial. No entanto as complicações são pouco prováveis em animais saudáveis e cujas recomendações do veterinário são respeitadas.

O objectivo do tratamento da dirofilariose é eliminar os vermes adultos e as microfilarias presentes no animal, com a maior segurança possível.

Quando um animal é tratado é muito importante ter em conta que as dirofilarias vão morrer dentro dos pulmões do cão.

O tratamento requer repouso absoluto durante todo o tratamento e muitas vezes até após o tratamento.

Adicionalmente pode ser necessária medicação para controlar a reacção inflamatória, uma vez que as dirofilarias morrem e se desintegram dentro do animal.

Actualmente não existe nenhum tratamento totalmente eficaz e seguro para o tratamento da dirofilariose em gatos.

Se um gato for diagnosticado com dirofilariose, podem utilizar-se medicamentos para reduzir a resposta inflamatória, assim como cirurgia para remoção dos vermes.

 

Prevenção da Dirofilariose

A prevenção da Dirofilariose é quase 100% eficaz, em cães e em gatos.

Existem vários medicamentos para prevenção, em diferentes apresentações.

O melhor método de prevenção deve sempre ser recomendado de acordo com o modo de vida do animal.

Os medicamentos preventivos não eliminam os vermes adultos, e não tratam a dirofilariose nem previnem os sinais da doença se existirem adultos no coração do animal.

Por esta razão é sempre recomendável fazer um teste de diagnóstico antes de iniciar qualquer programa de prevenção.







 

Doenças Infecto-Contagiosas

As doenças infecto contagiosas são aquelas que podem ser transmitidas directamente ou indirectamente de animal para animal ou mesmo de animais para as pessoas (as chamadas ZOONOSES).


Pacientes com doenças como:

  • parvovirose,
  • esgana ou
  • leptospirose

podem ser recuperados.

Contudo, essa recuperação passa pelo tratamento adequado sob internamento.

Possuímos portanto uma sala de internamento que se destina à hospitalização de animais com patologias infecto-contagiosas de modo a melhor conter as doenças e proteger os outros animais presentes na clínica.

Dedicamo-nos ao estudo das doenças infecto-contagiosas de modo a podermos actuar melhor e conseguir prevenir complicações de maior.

Muitas das doenças infecto-contagiosas podem ser prevenidas eficazmente através da vacinação ou através de tratamentos periódicos preventivos (como é o caso da dirofilariose).

Outras, como a leismaniose, padecem de prevenção eficaz pelo que apostamos forte em rastreios frequentes para detectarmos as doenças atempadamente.

 

Domicílios

O nosso Serviço Domiciliário surge para cobrir as situações em que o transporte de animais para a clínica não é possível ou é pouco conveniente. Estamos sempre dispostos a ajudá-lo no transporte do seu animal.

Em termos clínicos, apresenta-se principalmente direccionado para as consultas de rotina (consultas de vacinação ou situações pouco urgentes). Se necessário, fazemos o transporte para a clínica onde poderemos realizar todos os exames complementares com vista ao tratamento do seu animal de estimação.

O serviço domiciliário deve ser feito sob marcação prévia.

 

Doenças Infecto-contagiosas

Esgana

A Esgana é uma doença grave e altamente contagiosa, causada por um vírus que afecta o sistema respiratório, gastrointestinal e frequentemente o sistema nervoso de cães e cachorros.

O vírus pode também afectar outros canídeos selvagens (raposas, lobos e coiotes).

Transmissão

Os cachorros e cães infectam-se normalmente por exposição a vírus que se encontram em secreções respiratórias de cães ou animais selvagens infectados.

Os surtos de Esgana são esporádicos, mas uma vez que a Esgana também afecta populações de animais selvagens, o contacto entre canídeos selvagens ou cães abandonados e cães domésticos facilita a propagação do vírus.

Apesar de todos os cães estarem em risco, os cachorros com idade inferior a três meses e cães adultos não vacinados contra a Esgana, são muito mais susceptíveis.

Sinais Clínicos

O primeiro sinal de esgana é descarga ocular que varia entre o aquoso e o purulento (pus).

De seguida os animais podem desenvolver febre, descarga nasal, tosse, letargia, perda de apetite (anorexia), vómitos e diarreia.

Em estádios mais tardios, o vírus pode atacar o sistema nervoso provocando convulsões, tremores e paralise parcial ou completa.

Ocasionalmente, o vírus pode causar endurecimento das almofadas plantares.

A Esgana é frequentemente fatal, e mesmo que um animal não morra da doença, o vírus pode causar danos irreparáveis no sistema nervoso.

A doença é de tal modo grave e os sinais tão variados, que qualquer animal doente, que não tenha sido vacinado, deve ser levado ao veterinário para ser examinado.

Diagnóstico e tratamento da Esgana

Os médicos veterinários diagnosticam a doença com base nos sinais clínicos presentes e em testes laboratoriais.

Não existe um medicamento específico para eliminar o vírus em cães infectados. O tratamento consiste primariamente em evitar infecções secundárias, controlar os vómitos, diarreias e sinais neurológicos, e administração de fluidos para evitar a desidratação.

Os animais doentes devem ser mantidos quentes, receber os cuidados necessários e adequados, e devem estar separados de outros animais.

Prevenção da Esgana

A vacinação e evitar o contacto com animais infectados são os elementos chave para a prevenção da esgana.

A vacinação é muito importante.

Os cachorros são muito susceptíveis à infecção, particularmente porque a imunidade natural providenciada pelo leite materno pode desaparecer antes de o sistema imune estar maturo o suficiente para combater uma infecção.

Se o cachorro estiver em contacto com o vírus durante esta falha de protecção, pode ficar doente.

Pode ainda acontecer que os anticorpos provenientes do leite materno, interfiram com uma resposta efectiva à vacina.

Isto significa que mesmo após a primeira vacina, um cachorro possa apanhar Esgana.

Para evitar esta falha de protecção e optimizar as defesas contra o vírus durante os primeiros meses de vida, devem ser administrados três reforços vacinais.

Até que os cachorros tenham completado a primovacinação, os donos devem ter especial cuidado quando os levam a sítios onde possam encontrar-se outros cães (petshops, parques, aulas de socialização, estabelecimentos de tosquias, etc.).

A exigência de certificados de vacinas e certificados de saúde, boa higiene e o isolamento de cães e cachorros doentes, praticados por certos estabelecimentos, permite reduzir bastante a exposição ao risco de contacto com o vírus.

Para protecção dos cães adultos, os donos devem certificar-se sempre de que as vacinas dos seus animais estão em dia.

 

 

Estomatologia

A missão do serviço de estomatologia da clínica veterinária de vilamoura é promover a saúde oral dos animais de estimação através da prevenção, educação e realização de tratamentos médicos e cirúrgicos.

A boca pode ser alvo de várias doenças nos animais domésticos com consequências diversas para a saúde do animal:

Sintomas de doença da cavidade oral em animais domésticos:

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  • Halitose;
  • Dor/dificuldade na mastigação;
  • Dificuldade na deglutição;
  • Falta de apetite;
  • Úlceras na mucosa bucal;
  • Alterações de comportamento;
  • Perda de peso;
  • Perda de sangue pela boca;
  • Massas/assimetrias do focinho;
  • Corrimento nasal;
  • Periodontite.

É a doença mais comum em animais domésticos afectando 85 % dos cães com mais de 3 anos e 80 % dos gatos com mais de 5 anos.

A periodontite desenvolve-se a partir da formação de placa dentária.

A placa dentária é constituída por restos de comida, bactérias e saliva que se acumulam na margem da gengiva.

As bactérias multiplicam-se na placa dentária criando subprodutos que por sua vez provocam uma resposta inflamatória - periodontite.

Com o tempo ocorre a deposição de sais de cálcio na placa dando origem à formação do tártaro de consistência dura e que só pode ser removido com ajuda veterinária.

À medida que as bactérias e a periodontite progridem as estruturas que envolvem o dente começam a ser destruídas e o dente perde estabilidade e adquire mobilidade culminando com a sua perda.

Além disso algumas bactérias conseguem invadir a corrente sanguínea e atingir outros órgãos como o coração e os rins podendo provocar problemas mais sérios.

Para interromper este processo é necessário remover o tártaro através de ultra-sons, extrair dentes inviáveis e que sejam alvos de deposição de tártaro e iniciar um programa de profilaxia com o uso de pasta dentífrica regularmente ou ossos específicos de limpeza dentária.

Os cuidados médicos dentários podem aumentar a qualidade de vida do seu animal e mesmo prolongá-la.

 
Exóticos
 
Gastroenterologia
 
Holistica
 

Imagiologia


A Clínica Veterinária de Vilamoura dispõe de meios de diagnóstico avançados, de modo a permitir um diagnóstico rápido e seguro. De destacar o equipamento de radiologia de alta frequência e o ecógrafo.
A radiologia é sem dúvida a técnica imagiológica mais utilizada. É de extrema importância no despiste de patologias gastro-intestinais, abdominais, respiratórias e musculo-esqueléticas. Realizamos ainda exames radiológicos de contraste baritado no aparelho gastro-intestinal, e contraste iodado como mielografias.
A ecografia é um meio de diagnóstico não invasivo sendo de extrema utilidade no despiste de patologias abdominais (figado, baço, rins, intestino, estômago, bexiga) e cardíacas (ecocardiografia). A ecografia é o meio de diagnóstico de referência no controlo reprodutivo permitindo fazer medições fetais e determinar a sua viabilidade. É um meio complementar á radiologia.
Temos ainda um acordo com uma clínica humana para a realização de Tac e Ressonância magnética.
 

Internamento

A clínica veterinária de Vilamoura está preparada para a hospitalização do seu animal de estimação num ambiente confortável e com todo o equipamento necessário para poder tratá-lo da melhor maneira
A hospitalização torna-se indispensável em pacientes cujo estado crítico ou de elevado risco exija assistência médica permanente; para recobro cirúrgico, tratamentos cuja eficácia dependa de cuidados hospitalares (como fluidoterapia, transfusões sanguíneas, administrações medicamentosas injectáveis frequentes…).
Temos uma equipa de enfermeiros e auxiliares de Veterinária devidamente treinada para os cuidados essenciais e apoio ao Médico Veterinário responsável, cuja função é vigiar todos os animais hospitalizados.
É sob internamento que por vezes conseguimos resolver as situações mais complicadas pois permite vigiar de perto a evolução e os sintomas de alguns pacientes que de outra forma não seriam tão perceptíveis.
 

 

Medicina Interna

A medicina interna inclui o estudo das doenças não cirúrgicas,  sendo a especialidade médico-veterinária a partir da qual se diferenciaram todas as outras A medicina interna dedica-se à resolução de problemas primariamente metabólicos. Anteriormente chamada clínica geral, a medicina interna surge como uma das vertentes mais complexas de especialização em veterinária. Todos os veterinários na clinica apresentam um nível superior de conhecimento em medicina interna e é-lhes providenciada ferramentas de actualização permanentes uma vez que a medicina interna correlaciona todas as áreas de especialização.
Incluem-se na consulta de medicina interna diversas áreas como a endocrinologia, nefrologia, doenças hepáticas, urologia, entre outras.

 

Medicina Preventiva

A formação dos médicos veterinários visa principalmente o tratamento de animais doentes. Mas, facto surpreendente, o futuro das clínicas veterinárias passa também por cuidar de animais saudáveis. Uma estratégia distinta vocacionada para a promoção da saúde e bem-estar, pode melhorar a saúde e longevidade dos nossos animais de estimação.
A medicina preventiva consiste na aplicação de tratamentos que permitem a prevenção de doenças, como é o caso dos tratamentos vacinais entre outros.
A vacinação visa a formação de defesas que possam actuar de maneira rápida e eficaz quando o paciente contacta com determinado organismo patogénico (por exemplo, vírus da parvovirose canina, calicivirus felino, Leucemia felina…). Graças ao tratamento vacinal conseguimos diminuir de modo efectivo patologias como a esgana e a parvovirose, e doenças que podem constituir risco grave para a saúde de toda a família como a Leptospirose.
A medicina preventiva não se limita apenas à vacinação. É de extrema importância estabelecer um programa preventivo para endo e ecto-parasitas, doenças transmitidas por vectores (febre da carraça, Leishmaniose, Dirofilariose) e o desenvolvimento de Planos de saúde de acordo com a espécie, idade e sexo do seu animal de estimação.

 
Medicinas Alternativas
 

Neurologia

A neurologia é o estudo do sistema nervoso, suas relações e transtornos. As patologias podem afectar o sistema nervoso central (medula espinal e encéfalo) ou o sistema nervoso periférico (nervos periféricos como o nervo braquial ou o nervo ciático). A localização exacta das lesões é sempre o primeiro passo e para tal necessitamos de possuir pessoas habilitadas para realizar um bom exame neurológico.
As patologias podem afectar o sistema nervoso central (medula espinhal e encéfalo) ou o sistema nervoso periférico (nervos periféricos como o nervo braquial ou o nervo ciático). A localização exacta das lesões é sempre o primeiro passo e para tal necessitamos de possuir pessoas habilitadas para realizar um bom exame neurológico.
Muitas vezes, associado ao exame neurológico, torna-se necessário recorrer a exames complementares (como a mielografia, colheita de líquido cefalo-raquidiano) e técnicas avançadas de imagem (como a tomografia computorizada ou a ressonância magnética) para o estabelecimento de um diagnóstico correcto que permita a terapêutica adequada.
 
Odontologia
 

Oftalmologia

O departamento de Oftalmologia da Clínica Veterinária de Vilamoura investe na constante formação e inovação dos meios de diagnóstico, para corresponder com excelência às necessidades crescentes na resolução dos mais diversos problemas oftálmicos.
Apresentamos os seguintes serviços na área de oftalmologia:

  • Cirurgia palpebral como resolução de entropion, entre outros;
  • Flaps conjunctivais e de membrana nictitante para resolução de úlceras profundas da córnea;
  • Queratotomia e queratectomia em patologias da córnea;
  • Recolocação de glândula lacrimal da membrana nictitante;
  • Exames complementares específicos como ecografia ocular.
 

Oncologia

O que é o Cancro?

O cancro é um crescimento descontrolado das células do corpo (tumores). O cancro pode ser localizado (benigno) ou espalhar-se pelo corpo (maligno).
Com que frequência aparece o Cancro?
O cancro é comum em animais domésticos e a sua incidência aumenta com a idade. O cancro é responsável por cerca de metade das mortes de animais com mais de dez anos.
Como é diagnosticado o Cancro?
Fortes evidências do cancro podem ser obtidas usando exames como Raios X (radiografias), ultrasonografia e determinados testes sanguíneos. O exame físico do paciente e o seu historial médico são também importantes para o diagnóstico.
Continuar...
 
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